sexta-feira, 18 de julho de 2008

Professor que estuda Estimula o Aluno!!!


Atualizar-se é sempre muito importante em qualquer profissão. Para o professor, a relevância é muito maior já que as crianças e jovens vêm com uma bagagem de conhecimento sempre a par com as novidades, principalmente no que envolve tecnologia.
Para não deixar que a escola seja um espaço desinteressante, cabe à equipe escolar buscar sempre se aprimorar e se modernizar. Fazer leituras, pesquisas, cursos, assistir a palestras e buscar novos conteúdos e estratégias para compor os planos de aula são as melhores dicas para quem quer acompanhar o ritmo acelerado dos estudantes.
Consulte o link abaixo e visualise uma série de sugestões para você incrementar o ano interado com as novidades da tecnologia educacional. Além disso, todos os itens abaixo valem para qualquer outra época do ano.


Fonte: microsoft

sábado, 5 de julho de 2008

O que é Mestrado Profissional?

Entenda o que é mestrado profissional e o que o diferencia dos outros cursos consultora diz que o curso é mais vantajoso do que MBA, pois permite ao profissional seguir carreira acadêmica.
Segundo definição que pode ser encontrada no site da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o mestrado profissional - ou profissionalizante - corresponde a uma formação em pós-graduação voltada para um público advindo de fora da academia (isto é, às pessoas que trabalham no mercado corporativo). O objetivo é a pesquisa aplicada.
Ainda de acordo com a definição, o mestrado profissional possui forte natureza interdisciplinar, contribuindo para integrar saberes sem concentração disciplinar rígida e mantendo estreita relação com a academia, porém em sintonia com o mercado de trabalho.
Mestrado Profissional X Mestrado Acadêmico
Quem cursa um mestrado profissional deve ser capaz de reconhecer, aplicar e localizar a pesquisa e as informações dela originadas. Porém, a realização de pesquisas (desejável durante o treinamento do mestrando) não deverá ser a atividade principal deste profissional, ao contrário do que se espera do mestrado acadêmico.
Uma portaria CAPES-MEC n° 080, de 16 de dezembro de 1998, reconhece os mestrados profissionais, que, de acordo com a consultora da Career Center, Cássia Lourenci, são cursos stricto sensu, ao contrário da pós-graduação.

Vantagens
Na opinião da consultora, o mestrado profissionalizante é mais vantajoso do que o MBA, uma vez que permite ao profissional seguir a carreira acadêmica. "Como o curso é stricto sensu, e reconhecido pelo MEC e pela Capes, o aluno obtém um diploma. Futuramente, ele pode ser professor, se quiser".



sexta-feira, 4 de julho de 2008

O Declínio do Call Center



A 10ª edição da “Reportagem sobre o Padrão do Call Center” (“Call Center Benchmark Report”, no original), elaborada pela Dimension Data, pinta um quadro negativo a respeito de qual direcionamento está sendo dado a este setor – apesar de nem todos concordarem sobre quais são as implicações desta pesquisa.


A Dimension Data entrevistou 300 call centers, em 36 países, por 5 continentes. A pesquisa mostra que, de 1997 a 2007, métricas-chave de desempenho indicam uma deterioração significativa da qualidade de serviço nos contact centers. A taxa de abandono de ligações, devido a longos períodos de espera, aumentou durante o período referido em cerca de 127%, enquanto o tempo médio para se responder uma ligação cresceu, aproximadamente, 70%, de 23 para 39 segundos.Adicionalmente, a porcentagem de ligações que eram respondidas em menos de 10 segundos decresceu em cerca de 12%, de 72% para 64% de todas as ligações, enquanto as pessoas que faziam as ligações, em média, desistiam da espera depois de 45 segundos, em 2007, comparado a 53 segundos em 1997.

Steve Loring, gerente de desenvolvimento de negócios para as soluções interativas ao cliente da Dimension Data, atribui esta queda de desempenho a alterações na dinâmica de serviços ao mercado e ao cliente ao longo dos últimos 10 anos.“O acesso de informação é, agora, mais do que uma commodity aberta,” ele diz, citando o aumento da competição entre negócios e o leque de canais com os quais tanto as empresas quanto os clientes podem interagir (e-mail, Web, telefone) como fatores que fizeram com que a interação com o cliente se tornasse muito mais complexa.“Obviamente que também houve uma mudança em direção a mais auto-atendimento,” adiciona. “Um cliente deixado em espera deve abandonar a ligação e tentar resolver o problema sozinho.”

A reportagem também afirma que os contact centers estão encontrando cada vez mais dificuldade para reter os funcionários. Durante este período de 10 anos, o turnover cresceu aproximadamente 93%, aumentando de 14% para 27%.Loring mantém a opinião de que a dificuldade em reter os funcionários poderia estar vinculada ao aumento da terceirização dos agentes.

A pesquisa encontrou um aumento de 220% na terceirização, com 16% dos assentos sendo ocupados por agentes terceirizados, em 2007, comparado a somente 5% em 1997.“Se você fosse pedir para que eu adivinhasse qual era a taxa de terceirização, eu nunca adivinharia um número tão baixo quanto 16%,” pondera Martha Rogers, Ph.D. e co-fundadora do Peppers & Rogers Group. “Apesar de ser um aumento de 220% em relação a 10 anos atrás, isso ainda corresponde a uma porcentagem surpreendentemente baixa.”-- Questões de estratégia por trás dos números –Entretanto, Martha diz, a questão continua sendo importante. “No ponto crítico dos problemas que vemos nos call centers está o fato de eles estarem contratando as pessoas erradas, ou não estão fazendo a coisa certa para manterem os contratados,” ela diz. “Os call centers criaram culturas que são basicamente escravistas, o que leva as pessoas que podem desempenhar qualquer outra função a saírem. Elas encaram este trabalho temporário somente para juntar dinheiro até que consigam um emprego ‘de verdade’. Isso faz com que você esteja colocando seu relacionamento com os clientes nas mãos daqueles que só querem outro emprego.”Ian Jacobs, analista sênior da Frost & Sullivan, adiciona que a mesma situação vem se repetindo na Índia e nas Filipinas, países considerados como centro dos call centers.


“Há 10 anos, ser um operador de call center era encarado como uma carreira, mas este não é mais o caso,” ele diz. “Países com operações terceirizadas em amadurecimento estão passando por uma explosão de abandono de emprego, e quase por definição isto tem um impacto negativo na experiência com o cliente.”Corporações que vêem os contact centers principalmente como custos, no lugar de benefícios, estão perdendo o timing. “O discurso sobre melhoria da experiência com o cliente ainda é uma mera aspiração para a maior parte destas corporações,” diz Jacob.

"Quando as empresas querem reduzir custos, elas ainda olham primeiramente para o call center.”Martha concorda, mas adverte sobre a estratégia. “Usar o call center como um modo rápido para se atingir seu lucro trimestral é algo estúpido,” ela diz. “Focar em resolução já no primeiro telefonema, em vez de focar na duração da ligação, aumenta enormemente a satisfação do cliente.

Treinamento adequado e o encorajamento a que os atendentes tratem os clientes como eles mesmos gostariam de ser tratados reduziu a taxa de abandono em 20% já no primeiro ano (de implementação do serviço) na FedEx.”Então, por que mais empresas não fazem o mesmo? “Você me pegou,” ela brinca. “As coisas emperram no nível superior da gerência, e, algumas vezes, esta gerência só chegou ao nível onde está por ter feito tudo da maneira mais rudemente eficiente e mais rápida possível, e é difícil mudar estes hábitos.

Mas, uma vez que feito do jeito certo, como na Costco, você percebe aumentos na fidelidade do cliente, na retenção de funcionários, e no valor acionário.”Martha diz, ainda, que um novo livro, escrito por Bill Price, ex-presidente de atendimento ao consumidor da Amazon.com, fez “um ótimo trabalho ao conseguir delinear muitos dos problemas que as empresas têm com a utilização dos próprios call centers.” O co-fundador do Peppers & Rogers, Don Peppers, escreveu recentemente sobre isso em um blog, “Livro de Leitura Obrigatória: "The Best Service is No Service”


Por Kelvin Zimmermann

sábado, 21 de junho de 2008

A força do Ego sobre o Construtivismo - O Medo de Falar!!!


Turmas inteiras caladas com medo de dizer algo, de interagir porque o super poderoso está a sua frente. Como fala Fernando Becker, professor e Escritor de inúmeros livros na área da pedagogia, “a escola que não deixa agir, e sim só em fazer repetir, recitar, aprender e ensinar o que já está pronto” . A Educação deve ser um processo de construção de conhecimento ao qual ocorrem, em condição de complementaridade, por um lado, os alunos e professores e, por outro, os problemas sociais atuais e o conhecimento já construído (‘acervo cultural da Humanidade’)."Quando o ego fica a serviço do Id fugindo ao controle do superego o homem se torna perigoso a si e ao outros a sua volta, é claro que mecanismos de legalização dessa fuga são criados, vejam no campo educacional, apesar da visão do construtivismo já abordado acima por Becker, o modelo tradicional continua sendo a Tonica da Educação, não quero entrar no mérito da questão da falta de investimento ou da postura governamental, ou até mesmo das condições físicas inadequadas, prefiro abordar o sobre o ego daquele que está à frente, e usa a sala de aula como um local de auto realização, olho através das vaidades de educadores que continuam mantendo o método tradicional, porque valoriza mais o professor como o mestre, o super poderoso, o dono da verdade, então esse se torna uma momento de puro poder e pouco de parceria na construção do saber.

Eu poderia mencionar Piaget ou vygotsky, que apesar de terem sido psicólogos, foram extremamente competentes dentro da pedagogia, mas prefiro mostrar um parte do artigo do João Carlos Martins Doutor pela Pontifícia Universidade Católica _ PUC/SP."Quando nos referimos ao valor das interações em sala de aula, é importante pensarmos que este referencial não compactua com a idéia de classes socialmente homogêneas, onde uma determinada classe social organiza o sistema educacional de forma a reproduzir seu domínio social e sua visão de mundo. Também não aceitamos a idéia de sala de aula arrumada, onde todos devem ouvir uma só pessoa transmitindo informações que são acumuladas nos cadernos dos alunos de forma a reproduzir em determinado saber eleito como importante e fundamental para a vida de todos."


"Quando imaginamos uma sala de aula em um processo interativo, estamos acreditando que todos terão possibilidade de falar, levantar suas hipóteses e nas negociações, chegar a conclusões que ajudem o aluno a se perceber parte de um processo dinâmico de construção."Mas o que encontramos são Professores que usam de sua posição para massagear seu próprios egos inflamados, com uma retórica moderna mas ainda presos ao autoritarismos repressivo, que não deixa a classe falar, como um fosso que circunda a cidadela ele isola o aluno a uma condição de inferior.
É chegada a hora da Classe se impor a essa arrogância de postura, e sair da letargia da mesmice que não deixa ir alem, e deixar claro que é o futuro desses alunos que está em jogo, e a partir dessa atitude construir as novas gerações, geração de educadores muito mais focados na construção de uma educação construtivista onde os alunos podem falar sem medo.


Nonato Santiago

domingo, 15 de junho de 2008

Juramento Administração

"Prometo dignificar minha profissão consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria".

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Amazônia!


Da BBC Brasil - 18/05/2008 05:01


'De quem é a Amazônia, afinal?', diz 'NY Times'



Jornal americano diz que Brasil se preocupa com soberania da floresta.


Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano The New York Times afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil.
No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".
O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós".
"Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos."
Acesso restrito
O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros.
"Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços (do presidente Lula) de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais - um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.
O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade".
"Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las."
"É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."


BBC Brasil - Todos os direitos reservados.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Preocupação com contas aumenta demanda por planejador financeiro!


Com o brasileiro mais responsável em relação às próprias contas e a maior complexidade dos produtos e serviços financeiros, surge uma demanda por um novo tipo de profissional: o planejador financeiro.

A carreira, que surgiu nos Estados Unidos na década de 1980, é nova no Brasil e oferece um amplo campo de atuação. É possível exercer atividades em empresas de planejamento financeiro, consultorias de investimento e bancos. Além disso, os profissionais ainda podem atuar como autônomos ou empregados em grupos financeiros, seguradoras e entidades de previdência complementar.

Conhecimento: O planejador financeiro é um generalista, com visão estratégica e conhecimentos de administração de investimentos, gerenciamento de riscos, previdência complementar, seguros, planejamento de contas, fiscal e sucessório. Quando presta um serviço a uma pessoa física, o objetivo é bastante simples: ajudar os clientes a fazerem um exame completo e integrado da situação financeira, para que possam criar estratégias para atingir seus objetivos financeiros e de vida. Ele trabalha com os objetivos, expectativas e necessidades de cada cliente, visando desenvolver, apresentar e executar estratégias de planejamento financeiro.

Conceito: Para saber um pouco mais sobre a profissão, veja abaixo o que não é planejamento financeiro:


  • Empurrar produtos ao cliente;

  • Colocar o conselho acima do cliente;

  • Venda de um único produto ou uma única solução;

  • Forçar a venda de um produto para diversas necessidades dos clientes;

  • Mostrar apenas parte do cenário;

  • Comentários e aconselhamento irresponsáveis.

Fonte: Site Administradores.com.br


E você, tem suas finanças em dia?


Uma sugestão caso não tenha um Planejamento Financeiro Pessoal é baixar o programa gratuito e testado pela Revista Info.

O FinanceDesktop, é facílimo de usar, basta se cadastrar no site: http://www.financedesktop.com.br/node e depois de confirmar seus dados baixar o programa.

Nada melhor que praticar o Planejamento Financeiro com nossas próprias finanças!!!



domingo, 6 de abril de 2008

Aos Formandos...05 de Abril

A felicidade aguarda....
aqueles que choram...
aqueles que buscam...
aqueles que sofrem...
aqueles que se empenham.....
Portanto, felicidades mil, neste dia de formatura!!!!!!

Aproveitem, muitooooo

Com CarinhoTatiana

quarta-feira, 2 de abril de 2008

SATISFAZER ou ENCANTAR O CLIENTE?


As empresas buscam satisfazer seus clientes com o objetivo de conquistá-los e torná-los fiéis. É mais barato manter um cliente que conquistar um novo.
Determinados segmentos como a telefonia celul
ar buscam algumas estratégias promocionais como tarifas mais baixas para convencer clientes de outras operadoras a migrarem para a sua.
Existem empresas que ainda não se conscientizaram que apenas satisfazer o cliente não é mais um diferencial, hoje a idéia é encantar o cliente.
Conforme Philip Kotler, uma das autoridades em Marketing, os dois elementos envolvidos no grau de satisfação são: a expectativa do consumidor e o desempenho do produto percebido.
Por exemplo:

Quando você vai comprar um automóvel o que você espera dele?
Conforto, design, estabilidade, economia, poder de revenda etc.

O que você espera do vendedor de automóvel?
Que ele conheça muito bem o produto, suas características, benefícios, vantagens e que ele tenha um atendimento prestimoso.

O que você espera da loja?
Que ofereça facilidades ou desconto na forma de pagamento e que tenha uma boa assistência técnica.
Estes fatores são as expectativas do consumidor. Quando você compra o automóvel vai agora confirmar se suas expectativas são atendidas ou não, estamos falando do desempenho do produto percebido.

Como estes dois elementos se interagem formando o conceito de satisfeito, insatisfeito e encantado?
É simples, quando o desempenho do produto percebido atende as expectativas do consumidor, ele fica satisfeito, quando este desempenho fica abaixo da expectativa, ele fica insatisfeito e quando o desempenho supera, vai além da expectativa, o consumidor fica encantado.

Portanto, encantar o cliente significa oferecer um pouco mais do que ele está esperando. Assim se você é empregado, procure superar as expectativas do seu chefe, termine as tarefas em um tempo menor, surpreenda-o.
Se você é um empresário, estabeleça uma cultura interna de encantamento aos clientes, antes faça isto com seus colaboradores.
E por fim, lembre-se que todos nós temos expectativas quanto ao nosso futuro ou presente, e assim, ficar satisfeito, insatisfeito ou encantado com nossa vida, depende do nosso desempenho.

Prof. Gilberto T. Suzuki
UNAMA – CESFE
Recebeu o prêmio UNESPA em 2002

terça-feira, 1 de abril de 2008

Para Veteranos e Calouros!


AMADURECER
OU
ENVELHECER?

No primeiro dia na Universidade nosso professor se apresentou e nos pediu que procurássemos conhecer alguém que não conhecíamos ainda.
Fiquei de pé e olhei ao meu redor, quando uma mão me tocou suavemente no ombro. Era uma velhinha enrugada cujo sorriso lhe iluminava todo seu ser.
- Oi gato, meu nome é Rose. Tenho oitenta e sete anos. Posso te dar um abraço?
Ri e lhe respondi com entusiasmo:
- Claro que pode!
Ela me deu um abraço muito forte.
-
Por que a senhora está na Universidade numa idade tão jovem, tão inocente? Perguntei-lhe.
Rindo, respondeu:
- Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns oito filhos, e logo me aposentar e viajar.
Eu falo sério – disse-lhe.
- Queria saber o que a tinha motivado a afrontar esse desafio na sua idade. E ela disse:
- Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter!

Depois da aula caminhamos ao edifício da associação de estudantes e compartilhamos uma batida de chocolate.
Nós nos fizemos amigos em seguida. Todos os dias durante os três meses seguintes saímos juntos da classe e falamos sem parar. Fascinava-me escutar esta " máquina do tempo".
Ela compartilhava sua sabedoria e experiência comigo.
Durante esse ano Rose se fez muito popular na Universidade, fazia amizades aonde ia. Gostava de vestir-se bem e se deleitava com a atenção que recebia dos outros estudantes.
Desfrutava muito de tudo.
Ao terminar o semestre convidamos Rose para falar no nosso banquete de futebol. Não esquecerei nunca o que ela nos ensinou nessa oportunidade.
Logo que chamaram seu nome ela subiu ao palco e, quando começou a pronunciar o discurso que tinha preparado de antemão, caíram no chão os cartões onde tinha os apontamentos .
Frustrada e um pouco envergonhada se inclinou sobre o microfone e disse simplesmente:
- Desculpem que eu esteja tão nervosa. Deixei de tomar cerveja pela quaresma e este whisky está me matando! Não vou poder voltar a colocar meu discurso em ordem, assim, se me permitem, simplesmente vou dizer-lhes o que sei.
Enquanto nós ríamos, ela aclarou a garganta e começou:
- Não deixamos de brincar só porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar. Há só quatro segredos para manter-se jovem, ser feliz e triunfar.
Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias. Temos que ter um ideal. Quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer. Há tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem sequer sabem!

Respirou profundamente e continuou:
- Há uma grande diferença entre estar velho e amadurecer. Se vocês tem dezenove anos e ficam na cama um ano inteiro sem fazer nada produtivo se converterão em pessoas de vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e fico na cama por um ano sem fazer nada terei oitenta e oito anos. Todos podemos envelhecer. Não requer talento nem habilidade para isso. O importante é amadurecermos encontrando sempre a oportunidade na mudança. Não me arrependo de nada. Os velhos geralmente não se arrependem do que fizeram, senão do que não fizeram. Os únicos que temem a morte são os que tem remorso.
Rose terminou seus estudos. Uma semana depois da formatura, Rose morreu, tranqüilamente enquanto dormia.
Mais de dois mil estudantes universitários assistiram às honras fúnebres para render tributo à maravilhosa mulher que lhes ensinou com seu exemplo que nunca é demasiadamente tarde para chegar a ser tudo o que se pode ser.

"Não esqueçam que ENVELHECER É OBRIGATÓRIO; AMADURECER É OPCIONAL"

quarta-feira, 26 de março de 2008

Síndrome de Estocomo nas Empresas



Estocolmo, capital da Suécia. São dez e quinze da manhã de uma quinta-feira, 23 de agosto de 1973. Dois fugitivos da prisão entram em um banco, o Banco da Suécia, com o intuito de assaltá-lo. Portando sub-metralhadoras, rendem os guardas, e em pouco tempo colocam todos à mercê de sua truculência. Após aproximadamente cinco dias de tensão, os assaltantes são rendidos e os reféns, libertados. Mas, certamente, ninguém poderia prever o que aconteceria depois:
OS REFÉNS MANIFESTARAM GRANDE HOSTILIDADE CONTRA OS POLICIAIS E DEFENDERAM ARDOROSAMENTE OS ASSALTANTES QUE OS AGREDIRAM E HUMILHARAM.
Os reféns passaram a se identificar com os assaltantes. O que teria acontecido?Os reféns passaram a manifestar um conjunto de sintomas caracterizados por sentimentos positivos que a vítima desenvolve pelo seu agressor ou captor, e sentimentos negativos para com todos aqueles que tentam, de alguma forma, interferir nessa relação de dependência. Esse estranho comportamento ficou conhecido entre os psicólogos como Síndrome de Estocolmo, em alusão ao lugar em que ocorreu o assalto. É por vezes conhecida como Síndrome de Helsinki, e costuma ocorrer após um tempo suficientemente prolongado de intimidação psicológica.

Durante um tempo venho fazendo um estudo relacionado à síndrome de Estocolmo dentro das empresas. Peguei um órgão público e uma indústria na área alimentícia como laboratório; É claro que a escolha não foi ao acaso, no órgão tínhamos um numero reduzido de pessoas com o nível de escolaridade acima do segundo grau, quanto na outra a quantidade de colaboradores era maior, e nível de escolaridade para a grande maioria ficava no fundamental.
Foi constatado que em ambos os casos uma parte considerável das pessoas, em torno de 70% após sofrerem intimidação psicológica, muitas vez produzidas pelo assédio moral, inclusive com casos de perseguição , chegaram a desenvolver a síndrome de Estocolmo.

Após passar por um choque emocional muito grande, que coloca em risco sua sobrevivência, seja com risco de vida no caso dos seqüestros etc., ou seja a sobrevivência material,moral, social, representada pelo emprego. Principalmente num país onde a busca por um emprego é uma guerra e a sobrevivência se faz todos os dias com muita luta e pouca expectativas de conquistas, perder o emprego significa metaforicamente como perder a vida.
Portanto colaboradores de todas as classes e cargos vivem sob uma pressão muito grande, onde, em dado momento adquire a Síndrome de Helsinki, mesmo sendo humilhada e mal tratada pelos seus superiores, essa pessoa começa a ter simpatia pelo agressor, alguns chegam até venerar seus algozes, começam a viver das migalhas, dos sorrisos amarelados, ou de um esporádico e raro bom dia, ou de um elogio hipócrita, não importa, seja o que for, essas pessoas canalizaram um forma de agradecimento por estarem “vivas”, então arrogantes e incompetentes chefes e gestores , se sentem semi deuses, e justificam a si mesmo suas atitudes, enquanto quem está sofrendo, justifica o seu sofrimento pela causa “nobre” do carrasco, e começa a achar que é um privilegiado e se sente feliz porque mesmo depois dos açoites e antes de corta-lhe a cabeça, fica feliz, porque o carrasco lhe sorriu antes do golpe final, "a demissao".


Nonato Santiago

sábado, 22 de março de 2008

Feliz Páscoa!!!



Uma Páscoa muito abençoada para você e seus familiares!!!!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Formandos de Administração

Turma de Administração 2004-2007



segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008